Crítica: 'Harakiri' e o sistema de um homem só

RIO - Serj informa: os fãs do poderoso System of a Down têm boas chances de gostar de seu terceiro disco solo, "Harakiri", que tem lançamento marcado para a próxima terça-feira, dia 10. Bem produzido (pelo próprio), com camadas diversas de sons de piano, cordas e outras bossas, além da combinação guitarra-baixo-bateria habitual, o disco bem poderia ser assinado por ele com seus camaradas Shavo, Daron e John, todos com sobrenomes armênios terminados por "ian", como ele.

Lá estão os elementos que consagraram o SOAD, como as levadas hardcore ("É o disco mais punk que faço desde os tempos do System", disse ele em uma entrevista recente), as mudanças bruscas de tempo e até os vocais dobrados, marca registrada da banda que ele imprime ao lado do guitarrista Daron Malakian, além das melodias e da voz rascante, que eventualmente afeta um sotaque do Oriente Médio. As pesadonas "Cornucopia" e "Butterfly", assim como a tristonha "Reality TV" e a etérea "Occupied tears", são alguns dos destaques do disco.

Cotação: Bom

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